| Pri Haydée Amor é estado de graça e com amor não se paga. Amor é dado de graça, é semeado no vento,(...) Amor foge a dicionários e a regulamentos vários. Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor. De Carlos Drummond de Andrade |
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Quinta-feira, Março 02, 2006
Por que será? Um não sei quê, que me dá, que faz meu coração bater mais depressa, umas tremedeiras nas pernas, um frio que invade pés e mãos, garganta sêca e lábios também. Tantos motivos pra te odiar, e ódio, entretanto, não há. Tantas razões para querer te esquecer, e meu coração insiste em te querer... Já tentei 'fechar a cara' pra você, mas meu semblante, enfim, só quer se derreter... E o seu sorriso, o seu olhar, o seu perfume estão gravados em minha memória, e principiam cócegas em meu ventre, que sobem até a nuca e vão para o meu ante-braço... E isso que me dá, dá não sei por quê. Por que será? Priscila Haydée de Souza 01.03.06 P.S.: Este poema é o mais recente que escrevo... Escrevi essa madrugada... O quadro acima é de Royo, um pintor espanhol... O nome do quadro é Pensativa... posted by PRISCILA SOUZA | 1:13 AM |
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